Ações bancárias: é hora de se livrar deles!


Este conselho pode evitar muitas perdas. De acordo com o Consif (Confederação Nacional do Sistema Financeiro) e o Banco Central do Brasil, o sistema bancário brasileiro está em estado de pré-falência. Você, o investidor, sabendo disso, não deve manter seu dinheiro investido em tais documentos. 

Em todo o Brasil, as ações dos aforradores prejudicados pela conduta dos bancos durante a aplicação de alguns planos econômicos mal sucedidos de governos fracassados. Entre eles estão os processos que tratam da correção das contas de poupança do verão. Há também demandas envolvendo outros planos, como Bresser e Collor (I e II). Por mais de 15 anos, a posição do Poder Judiciário brasileiro foi favorável aos clientes bancários. 

Em vista desse cenário, os sete maiores bancos brasileiros (HSBC, Brasil, CEF, Nossa Caixa, Bradesco, Itaú, Santander) informam seus acionistas que o custo total desses créditos, de acordo com o balanço patrimonial de 2008, é de cerca de R $ 8 Bilhão . E esse valor, em face de sucessivos resultados positivos que afirmaram que as casas bancárias estão investigando (agora, por vezes, cobrando taxas de esquerda e direita e taxa de juros de 150% ao ano, nem é tão difícil "virar o azul" , não é?), seria silenciosamente absorvido. 

Além dos clientes prejudiciais, os bancos brasileiros também se especializam em prejudicar os investidores. 

Em uma tentativa desesperada de reverter o resultado final de milhões dessas ações judiciais, em março deste ano, a Confederação Nacional do Sistema Financeiro apresentou uma petição ao Supremo Tribunal Federal (ver petições em www.stf.gov.br), buscando ADPF / 165), um pedido de revisão da posição do Supremo Tribunal Federal, que já havia pacificado a questão. Do lado dos bancos, como amigo do tribunal, endossando informações e protegendo os interesses dos banqueiros, o Banco Central do Brasil entrou. 

O único argumento dos bancos para reverter o resultado do julgamento de todas essas ações é que o balanço das instituições é uma ficção que tende a prejudicar os acionistas e que, de fato, o valor esperado para o pagamento dessas dívidas seria de R $ 106 bilhões. E o Sistema Financeiro Nacional não sobreviveria a isso. 

Parece uma piada, mas não é! 

Como não há nenhuma possibilidade legal de que o STF guie as instruções da posição judicial estabelecida, em breve, seu papel bancário pode significar apenas isso, papel.

Rodrigo Pedroso Zarro 

Artigo originalmente publicado na revista INTERURAL, julho de 2009

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